Uma coisa engraçada nesse filme, Corina, Uma Babá Quase Perfeita, que já deve ter passado uma centena de vezes na televisão. E na minha opinião uma das melhores atuações da Whoopi Goldberg, pois acho ela sempre exagerada nos filmes. ENgraçada, mas exagerada. Nesse filme ela está contida e elgante como a babá que acaba parando na casa de um jovem judeu viúvo e com uma filha com sérios problemas para lidar com a morte da mãe.
Aliás os dois tem problemas com a morte prematura da mulher e ela, a babá, acaba dando um giro de 360 graus na vida deles. Ele que se declara ateu acaba vendo que há muita coisa que ele não percebeu e que existe entre o céu e a terra. E ele acaba percebendo que essa mulher especial vai fazer diferença na vida dele.
Tá certo que tem coisas que não consegui acreditar, mas como não entendo nada de como era a vida americana nos fins do 50, não sei como afirmar o que é erro ou não no filme, mas por exemplo, não consigo imaginar um branco entrando num restaurante como uma mulher de outra raça sem ser barrado. Isso era um caso muito sério nessa época, tanto que tinha até banco separado em ônibus para os negros.
Bem, mas não vamos deixar o filme pesado… Na verdade, acho que se trata e de uma fábulo e visto assim, o filme é uma ótima diversão. Tem romance, um pouquinho de drama e Liotta e Goldberg convencem como o casal apaixonado… Uma boa para uma tarde preguiçosa…
Interessante: eu queria entender porque o ator que faz o pai de Liotta, Don Ameche, começa o filme falando e depois fica doente e mudo… Acho que ele realmente ficou doente durante as gravações e ele parece bem mais magro no final do filme… Será.. Bem não consegui confirmar.
Publicado emAbril 15, 2011
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